Y otra Exposición que entra...
ARTE EN CASA #5.07- Del 18 de Septiembre al 26 de Noviembre
En esta fecha tan señalada para A CASA PORTUGUESA inauguramos otra de nuestras exposiciones colectivas “Arte en Casa”. Esta vez decidimos invitar todos los artistas que expusierón en A Casa Portuguesa durante el año y organizar una gran muestra colectiva del talento artistico portugués con obras de: Ana Maria Cardoso, Invisible Travellers, Cristián Duque Garcia, Francisco Spratley, Gonzalo Bènard, Renata Gomes, Ricardo Carmo, Ricardo Macedo, Sandra Lourenço e Sweet Almah.
Es nuestra manera de agradecer a todos aquellos (los que están y no están representados) que en nuestro primer año han ayudado A CASA a que fuera un lugar tan agradable para estar e pasear.
Cristián Duque Garcia
Pesca no Alentejo
Pesca no Alentejo
Francisco Spratley
O Galo voou!
Gonzalo Bènard
Thirsty e Feeding Hands
Invisible Travellers
Bicla
Maria Cardoso
Série Azulejos Portugueses (2007)
re_nata
momento
Ricardo Macedo
HER
ricardo@ricardomacedo.com
Ricardo Carmo
Doris
Sandra Lourenço
Sem título
“Uma certa evolução do gosto, associada em grande parte a uma atitude “post-moderna” recuperadora do sentido da personalização, do humor, e da desvalorização do futuro em favor do passado através da sua projecção sobre o presente, conduz agora a um florescimento de redescobertas da velharia de Lisboa (eles são os quiosques, ele são quaisquer azulejos, (...) tudo, enfim, que não sendo fabricado ou em uso agora, adquire o estatuto de objecto de culto reverencial).”
In “Pensar Lisboa”
J. P. Martins Barata
zandlou@gmail.com
Sem título
“Uma certa evolução do gosto, associada em grande parte a uma atitude “post-moderna” recuperadora do sentido da personalização, do humor, e da desvalorização do futuro em favor do passado através da sua projecção sobre o presente, conduz agora a um florescimento de redescobertas da velharia de Lisboa (eles são os quiosques, ele são quaisquer azulejos, (...) tudo, enfim, que não sendo fabricado ou em uso agora, adquire o estatuto de objecto de culto reverencial).”
In “Pensar Lisboa”
J. P. Martins Barata
zandlou@gmail.com
Sweet Almah
No me mires así!









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